Aurora – Uruguai

Um dos três centros intraterrenos mais importantes nesta época, o qual compõe, com Miz Tli Tlan e Erks, um triângulo de energias essencial para o transcurso e para a evolução da vida na terra. Tem a função específica de introduzir no planeta a essência da cura cósmica.

Auxilia o homem em sua integração no mundo em que vive e na dimensão extraterrestre e leva-o a ultrapassar os limites da Raça que hoje habita a superfície do planeta. A irradiação de seus Espelhos ao atingir a humanidade, estimula a implantação do equilíbrio e da saúde, o que é possível quando a fé esta presente.

Utiliza os meios mais diretos e adequados para introduzir na vida da Terra o divino, o perfeito, transcendente; exprime o Primeiro Raio, energia da vontade-poder. Desse modo sob as vestes da beleza e da harmonia, oculta-se um núcleo processador de vibrações potentes, que tem como uma de suas tarefas retirar forças conflituosas da aura da Terra. Tal é Aurora: uma face de inocência velando profunda maturidade energética. Certos ramos da Hierarquia dévica atuam sob a direção desse centro que é um dos decodificadores dos padrões arquetípicos do planeta.

Aurora é um centro intraterreno antigo, nesta época polariza-se na região intraterrena de Salto, no Uruguai, irradia impulsos de transmutação e de transformação para todos os reinos da Natureza. Chegou a expressar-se no plano físico com a participação do homem de superfície; sua hierarquia trabalha hoje sob a regência de Amhaj, consciência que na faixa de energia adequada ao ciclo passado se deu a conhecer com Mestre Morya, canalizador do Primeiro Raio para a humanidade.

Determinadas regiões da superfície planetária dispõem de aberturas sutis, por meio das quais é possível um contato contínuo com veios energéticos que penetram a aura da Terra a fim de auxilia-la neste delicado período da sua evolução. Em algumas torna-se visível o trabalho de tais energias, trabalho que deixa perplexos ou transformados os que chegam a perceber o movimento de luzes silenciosas, desconhecidas, vindas de universos longínquos para auxiliar este planeta.

A área da superfície planetária onde o centro intraterreno Aurora se projeta é uma dessas regiões, na qual até a bem pouco tempo o trabalho de naves extraterrestre em ritmo intenso podia ser facilmente observado. Porem, à medida que o tempo avança e se completam os prazos em que tais estimulações nos níveis concretos estavam programadas, essas naves passam a atuar em planos mais internos, reduzem suas aparições e procuram chegar a consciência do homem não por manifestações visuais, mas por comunicações com o seu mundo interior.

Centros intraterrenos como Aurora estão ativos, auxiliando o ser da superfície a reconhecer suas metas superiores. Para Aurora convergem civilizações extraterrestres que se unem à própria civilização intraterrena nele presente. Essa convergência a transição da Terra, segundo o Plano Evolutivo.

Aurora é também base de operações, cujos projetos e atividades o homem de superfície ainda desconhece. Devido ao trabalho de sua civilização e outras, igualmente evoluídas e que usam distintas energias, haverá sobre a Terra um relacionamento mais harmonioso entre o material e o imaterial. A meta é retornar após as experiências necessárias nos vários planos de vida e em diferentes setores do universo, a sua origem cósmica. O trabalho de Aurora procura levá-lo a perfeição interior e a liberação espiritual para alcançar esse mundo cósmico. A linearidade, o caminho reto, direto, do que esta embaixo rumo ao que se encontra em cima, é um padrão emitido pela Hierarquia desse centro.

Sabe-se que nada surge no cosmos sem a participação de uma Hierarquia, e o que faz eclodir a manifestação de algo é sempre uma energia de Primeiro Raio, vibrações capaz de criar uma centelha primordial onde antes nada parecia existir. Competem também ao Primeiro Raio os fechamentos de ciclos, pois dele provém a determinação de dissolver formas e liberar a vida nelas contida.

Assim, cabe hoje a esse centro ser o guardião do final de uma e início de outra etapa evolutiva do planeta, tarefa vinculada à de implantar a cura cósmica na Terra.  

Trigueirinho